Por Redação do IDG Now!
Publicada em 10 de junho de 2009 às 08h53
Atualizada em 10 de junho de 2009 às 11h15

São Paulo – Black Pixel instala quadrado preto no canto da tela do PC para reduzir o consumo de energia e a emissão de gás carbônico.

Em parceria com o Centros de Estudos Avançados do Recife (C.E.S.A.R) e a agência AlmapBBDO, o Greenpeace lançou nas últimas semanas uma campanha para que todos os usuários de computadores possam contribuir com a redução da emissão de gases do efeito estufa.

O projeto se baseia em um software chamado Black Pixel, que pode ser usado por qualquer máquina. O Black Pixel instala um quadrado preto no canto superior esquerdo da tela – funciona apenas em monitores de tubo e de plasma.

Esse quadrado preto, ou seja, sem iluminação da tela, representa menor consumo de energia e emissão de gás carbônico (CO2). O programa pode ser desligado sempre que o usuário precisar.

O Greenpeace afirma que o objetivo é chegar a 1 milhão de Black Pixels instalados, o que equivaleria à economia de 57 mil watts/hora ou manter apagadas 1.425 lâmpadas de 40 watts por uma hora. Para comparação, uma usina de carvão, para produzir a mesma quantidade de energia, emitiria 70 quilos de gás carbônico, aponta a organização.

O download do Black Pixel está disponível no site do Greenpeace, que também postou um vídeo explicativo da campanha no YouTube.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/computacao_pessoal/2009/06/10/greenpeace-lanca-software-em-campanha-contra-aquecimento-global/

Download: http://www.greenpeaceblackpixel.org/#/pt

Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=D5MlLAiW49k

Por Evelin Ribeiro, repórter do IDG Now!
Publicada em 27 de maio de 2009 às 12h56
Atualizada em 27 de maio de 2009 às 16h43

São Paulo – Linguagem para software de interatividade na TV Digital desenvolvido no Brasil pode virar padrão para sistemas de outros países.

O Fórum do Sistema Brasileiro de TV Digital Terrestre (FSBTVD) pretende fazer com que o Padrão Ginga-J, ou Ginga-Java, se torne o padrão internacional para interatividade na TV Digital.

Na última reunião do fórum, realizada na segunda-feira (25/05), os integrantes decidiram que vão trabalhar com o propósito de obter o reconhecimento da União Internacional de Telecomunicações (UIT, órgão regulador de telecomunicações da ONU) do Ginga J como uma linguagem compatível com middlewares de interatividade de todo o mundo.

Middlewares são programas que conectam equipamentos e serviços, como o aparelho de TV, e o sinal de TV digital e seus aplicativos de interatividade.

O padrão JavaDTV – que usa a linguagem Java – foi escolhido pelo fórum no início de maio para compor o padrão nacional de middleware Ginga junto com o sistema NCL (Nested Context Language – desenvolvido pela Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC-Rio).

O UIT aprovou no início do mês o padrão Ginga-NCL como regulamentação válida dentro do sistema japonês de TV Digital que o órgão reconhece, juntamente com o padrão norte-americano e o europeu.

Ana Eliza, coordenadora do Módulo Técnico do Fórum SBTVD, explica que o fato de a UIT aprovar o Ginga-NCL mostra que o mundo inteiro poderá confiar no padrão para desenvolver seus middlewares. “Agora, queremos levar também o Ginga-J para reconhecimento no órgão e provar que ele é compatível e se inter-relaciona com qualquer middleware do mundo. Cada governo é livre para usar o padrão que quiser, mas obter o reconhecimento da UIT eleva o status e a confiança de outros países a adotarem o sistema”, explicou Ana.

Ana Eliza explica ainda que é objetivo do UIT harmonizar os middlewares de todo o mundo, para que os aplicativos sejam compatíveis em qualquer país.  “Com a harmonização, um conteúdo interativo desenvolvido para os EUA poderia ser reaproveitado em qualquer outro país”, explicou a especialista.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/telecom/2009/05/27/forum-pretende-tornar-ginga-java-reconhecido-internacionalmente/

Publicado por: fatecti | Maio 5, 2009

Visita ilustre ao Projeto Reciclando Tecnologia

Breve maiores informações sobre a visita ilustre ao Projeto Reciclando Tecnologia

Abert – Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão – 23/04/2009

Um levantamento divulgado pela Fundação Biblioteca Nacional revela que 661 municípios brasileiros não possuem bibliotecas públicas. Com base em dados do Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas, 73% dos livros estão concentrados nas mãos de apenas 16% da população brasileira. Para reverter esse quadro, o ministério da Cultura (MinC) pretende implantar bibliotecas nesses municípios até julho de 2009, por meio do projeto Mais Cultura, em execução desde 2007.

Segundo o ministro da Cultura, Juca Ferreira, o objetivo geral da campanha é ampliar o apoio e os investimentos do governo federal, garantindo o acesso aos bens culturais. “Temos a meta de levar bibliotecas a todos os municípios do país mas, para isso, precisamos que a colaboração das comunidades”, afirma. Por meio do site do ministério, é possível informar a cidade que ainda não dispõe de uma biblioteca.

“Precisamos enfrentar esse problema histórico. As bibliotecas têm um papel importante na iniciativa de leitura, deixando de ser depósitos de livros e passando a ser centros culturais”, afirma Ferreira. A Abert apoia o projeto do MinC, num esforço para conscientizar a sociedade sobre a importância do investimento em equipamentos públicos de cultura. O site do Mininistério da Cultura é www.cultura.com.br e do projeto: http://mais.cultura.gov.br/

Assessoria de Comunicação da Abert
Fonte: http://mais.cultura.gov.br/2009/04/24/minc-quer-levar-biblioteca-a-todas-as-cidades-do-pais/

Publicado por: fatecti | Abril 29, 2009

Link de acesso ao Projeto Reciclando Tecnologia

O Projeto Reciclando Tecnologia poderá também ser acessado pelo link:

portallivre.org/reciclando

Publicado por: fatecti | Abril 24, 2009

Geração Y deve entender limites do ambiente corporativo

Por Rodrigo Afonso, repórter do COMPUTERWORLD – 22 de abril de 2009 – 07h00

Os profissionais que estão entrando no mercado de trabalho, pertencentes à chamada geração Y, estão bastante adaptados às novas tecnologias de interação e comunicação pela internet, mas não estão preparados para o que está por vir no futuro profissional.

A informação vem de um estudo da Accenture, realizado com jovens norte-americanos, que mostra que a nova geração de profissionais quer tecnologia personalizada no mercado de trabalho e, para a preocupação das empresas, não se preocupam muito com privacidade. Segundo o estudo, mais de 60% desses jovens não têm conhecimento das políticas de suas companhias em relação à tecnologia da informação ou não têm incentivos para seguir essas regras.

Mesmo sem a aprovação da empresa, muitos jovens utilizam tecnologias para seu dia a dia que não são fornecidas pelo empregador. Dentre elas, estão os celulares (39%), mensagens instantâneas (27%) e redes sociais (28%).

Para Roldofo Esenbach, líder da área de Talentos e Performance da Accenture, essa realidade pode ser facilmente transportada para o mercado brasileiro. “Esses jovens, representantes da geração Y, nasceram com tecnologia, acesso virtual, ferramentas de compartilhamentos e de troca de idéias. É natural que eles queiram encontrar esse mesmo cenário no ambiente de trabalho, mas a realidade não é bem essa”, afirma.

De acordo com o analista, o ponto crítico é a vulnerabilidade de informações que isso gera. “Esses jovens precisam ter mais informação sobre as conseqüências de se divulgar informações corporativas. A falta de maturidade com relação ao risco da falta de privacidade permeia suas vidas pessoais. Quando isso é transportado para o mundo corporativo, o risco se multiplica”, diz.

Ricardo Basaglia, gerente da divisão de TI da Michael Page do Brasil, afirma que não há como evitar o choque que um jovem profissional vai sentir ao entrar em uma empresa do modelo tradicional. “Um jovem acostumado com o iPhone, onde instala e retira aplicativos com extrema facilidade, vai sentir um grande impacto quando tiver de lidar com um ERP totalmente travado. Ele sabe qual é o potencial da tecnologia, mas ainda não tem como entender por que a empresa necessita daquele sistema e não percebe que as mudanças são muito mais lentas no lado corporativo”, afirma.

Na visão do consultor, é desleal comparar a velocidade da internet e o ambiente corporativo. Enquanto a grande rede pode funcionar na base da experimentação, a empresa só pode incorporar tecnologias que estiverem 100% testadas e funcionais. “O processo de educação desses jovens passa por deixar isso muito claro para eles, até porque em pouquíssimos ambientes profissionais ele vai encontrar exatamente o que deseja em termos de tecnologia e de facilidades de comunicação”, complementa.

Segundo Robert Andrade, analista da consultoria Robert Half, é um desafio grande mostrar limites a esses jovens e mantê-los motivados ao mesmo tempo. “A empresa tem que definir sua política de acesso a informações e precisa divulgar isso para os jovens. Ao mesmo tempo, a gente percebe que aos poucos os jovens estão mais conscientes sobre a necessidade de manter a privacidade. Até as redes sociais estão implementando opções mais seguras”, afirma.

Para Andrade, ainda que precise tirar ferramentas dos jovens, as empresas precisam compensar com outros benefícios, como áreas de convivência, treinamentos e até mesmo na oferta de maneiras alternativas para que os jovens possam continuar se comunicando e trocando informações.

Como os demais analistas ouvidos pela reportagem, Andrade concorda que as empresas devem procurar entender um pouco melhor a dinâmica de trabalho dos jovens e estudar formas de garantir um pouco mais de flexibilidade no que diz respeito ao uso das novas tecnologias, ainda mais diante dos números do estudo da Accenture, que indica que 52% dos jovens afirma que a utilização do estado da arte em tecnologia é um fator importante na hora de escolher um trabalho.

Empresas buscam soluções
A Cast Informática, empresa de software, já experimentou dois cenários diferentes: um no qual todas as novas tecnologias da internet eram liberadas e um segundo momento, no qual houve a necessidade de se implantar um maior controle.

“Nossa empresa é bastante jovem. No começo, tudo era aberto: redes sociais, programas de mensagens instantâneas e todos os sites. A empresa, no entanto, começou a perceber que poderia pagar um preço alto por permitir tudo, pois poderia ser responsabilizada por qualquer coisa errada que fosse feita por meio de sua estrutura, que inclui até o e-mail corporativo”, afirma Eduardo de Paulo Rocha, gerente de comunicação e marketing da empresa.

O desafio, a partir do momento que as ferramentas passaram a ser bloqueadas, era o de educar essas pessoas sobre os limites do uso dessas ferramentas, principalmente na fábrica de softwares, em Araraquara, que possui cerca de 300 funcionários com até 24 anos de idade. A solução encontrada pela Cast foi a de realizar um treinamento de cerca de seis meses antes que os jovens pudessem virar funcionários da empresa. “Elas necessitam disso, são profissionais que ainda não tiveram contato com o mundo corporativo.

Ainda assim, a empresa entende a necessidade de flexibilizar as regras para atender um pouco dos anseios da nova geração, que é muito mais produtiva quando consegue compartilhar informações e manter contato constante com amigos e família.

A alternativa encontrada pela Cast foi implantar sistemas internos, como o mensageiro instantâneo Spark e uma rede social para funcionários. “O mensageiro traz até mais produtividade, pois funcionários de Brasília, Araraquara e outras cidades se comunicam o tempo todo para tirar dúvidas sobre questões corriqueiras dos seus trabalhos, como SQL, banco de dados, entre outros”, enumera Rocha.

A rede social interna ajuda em duas frentes: além de oferecer uma ferramenta moderna para os funcionários, ainda ajuda com que todos conheçam as pessoas com as quais se está trabalhando. “Na verdade, trata-se de uma intranet mais dinâmica e adaptada aos padrões atuais de redes sociais”, diz Rocha.

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/carreira/2009/04/20/geracao-y-deve-entender-limites-do-ambiente-corporativo/

Por Rodrigo Caetano, repórter do Computerworld – 23 de abril de 2009 – 07h00

Em momentos de crise, perder uma venda sequer por falta de produtos nas prateleiras é motivo de desespero. Afinal, para quem atua no varejo, a concorrência está cada vez mais acirrada. Se o consumidor sai em busca de um produto de determinada marca e não encontra, pode ter certeza que, na próxima vez, simplesmente mudará de fornecedor.

Por esse motivo, investir em formas de aprimorar a logística e o relacionamento entre varejistas e fornecedores é fundamental para sobreviver a percalços econômicos. É o que tem feito a Pepsico, uma das principais companhias de alimentos e bebidas do mundo. Dona de marcas amplamente conhecidas, e com alto índice de fidelidade, a empresa aposta em sistemas de reposição de estoques inteligentes e automatizados, integrando todas as etapas da cadeia logística, fazendo um controle direto com o varejista.

“Quando o consumidor não encontra o produto que queria, ou ele vai para outra marca, ou vai para outro lugar. É ruim para o fornecedor e também para o varejista”, pondera Luis Carlos Cruz, diretor de inteligência de vendas da Pepsico. Segundo o executivo, com a automatização dos processos, o índice de ruptura de gôndola (falta de produtos) caiu praticamente pela metade, para cerca de 4%, percentual consideravelmente baixo inclusive para padrões de países desenvolvidos.

O sistema utilizado pela companhia é totalmente baseado em web e conta com ferramentas de Buisness Intelligence. Os dados de inventários dos varejistas referentes aos produtos da Pepsico chegam quase que em tempo real para o fornecedor, que consegue, dessa forma, planejar a reposição de estoques sem falhas. No modelo antigo, explica Cruz, as informações demoravam no mínimo um dia para chegar. Dessa forma, a chance de ruptura era grande.

Um problema desse sistema é a necessidade de autorização do varejista. Em grandes redes, afirma o executivo, existe uma consciência maior dos benefícios de ter a cadeia integrada. Mas, em pequenos e médios varejos, alguns gestores relutam em compartilhar as informações. “Mas é uma questão de tempo para que todos enxerguem os benefícios”, afirma Cruz. Por ser baseada em web, o sistema de reposição inteligente é acessível a empresas de menor porte.

Segundo Cruz, além da diminuição da ruptura, outro grande benefício de se usar sistemas inteligentes e integrados é o maior controle sobre as ações de venda, como promoções. “Uma das maiores dúvidas é saber onde fazer determinada ação. Com o sistema, geralmente você acerta o alvo”, ensina o executivo.

Raio X
Empresa: Pepsico
Segmento: Alimentos e bebidas
Funcionários: 9 mil
Estrutura: 12 fábricas
Projeto: Sistema de reposição inteligente de gôndola
Fornecedor: NeoGrid
Benefícios: Diminuição da ruptura de gôndola e melhor controle da cadeia

Fonte: http://computerworld.uol.com.br/gestao/2009/04/23/reposicao-inteligente-garante-produtos-nas-prateleiras-para-a-pepsico/

Por Redação do IDG Now!*
Publicada em 06 de abril de 2009 às 14h52
Atualizada em 07 de abril de 2009 às 09h29

Brasília – Segundo o Serpro, total é ainda maior se forem considerados os valores economizados com a manutenção e aquisição de licenças.

Nos últimos 12 meses, o Brasil economizou 370 milhões de reais com o uso de sistemas operacionais, browsers e outros softwares livres, informou o Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro) no domingo (05/04).

O valor é o dobro dos gastos com o desenvolvimento dos programas da declaração do Imposto de Renda Pessoa Física e de consulta ao Sistema Integrado de Administração Financeira (Siafi), ou cerca de um quarto do orçamento anual do Serpro.

O presidente do Serpro, Marcus Vinicius Ferreira Mazoni, aponta que o valor economizado é ainda maior se considerados o dinheiro que deixou de ser gasto com a manutenção de programas, a economia com o uso de programas feitos sob medida e o fim da aquisição de licenças para novas redes.

Mazoni cita a instalação e funcionamento de mais de 5 mil telecentros em todo o país viabilizados pelo uso de softwares livres. E os valores economizados devem crescer nos próximos anos. Segundo ele, a tecnologia, além de mais barata, é superior por sua adaptabilidade.

No dia 15 de abril, o Serpro tornará acessível para órgãos públicos, empresas e usuários particulares uma nova plataforma de desenvolvimento de programas “Demoiselle” (do francês senhorita).
*Com informações da Agência Brasil

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2009/04/06/governo-brasileiro-economiza-r-370-milhoes-usando-softwares-livres/

Por Redação do IDG Now!
Publicada em 26 de janeiro de 2009 às 17h46
Atualizada em 27 de janeiro de 2009 às 14h51

Rio de Janeiro – Padronização abre a possibilidade de novas empresas de desenvolvimento de software trabalharem para o governo federal.

Ainda no primeiro trimestre deste ano, terá início a padronização do uso de softwares desenvolvidos para o governo federal. O presidente do Serviço Federal de Processamento de Dados (Serpro), Marcos Mazoni, informou que assim que o processo de certificação das soluções for concluído, será lançado o edital pelo Serpro e Ministério do Planejamento para aquisição de programas.

Segundo ele, as vantagens dessa convergência digital serão sentidas não só pelo governo, mas por todo o mercado. Para o mercado, porque serão ditos os padrões tecnológicos que o governo pretende usar e disponibilizar a ferramenta. Não há necessidade de compra  de ferramentas para se fazer  o desenvolvimento ou se propor o desenvolvimento para o governo federal”, afirmou Manzoni.

Segundo o presidente do Serpro, a padronização abre a possibilidade de as novas empresas de desenvolvimento de software, especialmente as de pequeno porte, trabalharem para o governo federal. Formadas por poucos profissionais, essas empresas se ressentem dos custos das ferramentas, que podem ser elevados.

Para o governo federal, a grande vantagem é que a partir das definições tecnológicas, poderão ser ligados sistemas diferentes facilmente. Os técnicos do Serpro estão definindo os padrões de ligação entre as diversas soluções. “Isso nos dá grande possibilidade de interoperabilidade a baixo custo.”

O presidente do Serpro salientou, ainda, a questão fundamental da manutenção. “Fica fácil mantermos soluções, na medida em que somos dominadores das tecnologias dessas soluções que vamos operar, não mais comprando solução com uma caixa preta. Nós vamos comprar soluções em cima de tecnologias que nós também dominamos”.

A padronização do uso de softwares do governo federal terá por base a plataforma “Demoiselle”, criada pelo Serpro, e que tem apoio da Empresa de Tecnologia e Informações da Previdência Social (Dataprev).

A padronização está sendo efetuada com padrões de código aberto, e por isso o processo de atendimento das demandas do próprio governo também poderá ser acelerado.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2009/01/26/governo-federal-padronizara-uso-de-software-livre-ate-marco/

Por Redação do IDG Now!
Publicada em 19 de setembro de 2008 às 09h45
Atualizada em 23 de setembro de 2008 às 09h47

São Paulo – Até o fim de 2009, todos os terminais de auto-atendimento do Banco do Brasil terão software da IBM substituído por Linux.

O Banco do Brasil anuncia a adoção do software livre em todos os seus 39 mil caixas eletrônicos. O Linux foi instalado no primeiro terminal de auto atendimento na quinta-feira (18/09), em Brasília. Até o fim de 2009, todos os caixas eletrônicos vão operar com o sistema.

Durante 13 anos, o banco usou o programa OS/2 da IBM. Como a empresa descontinuou o software, o Banco do Brasil se viu obrigado a adotar um novo programa para conseguir adotar novas funcionalidades nos terminais. Com isso, o banco fica livre do custo com aquisição de licença de uso de software – versão Linux 10.2 Open Source – e deverá modernizar os caixas eletrônicos. A economia estimada é de mais de 5 milhões de reais.

Os caixas eletrônicos correspondem a 50% das transações de auto-atendimento do banco. Até o fim de 2008, nove caixas eletrônicos vão funcionar com sistema operacional de código aberto, em modo de teste.

Fonte: http://idgnow.uol.com.br/computacao_corporativa/2008/09/19/banco-do-brasil-instala-software-livre-em-caixas-eletronicos/

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